quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Feliz Aniversário Flocky!


Nosso filhinho está completando 12 anos hoje.

Feliz Aniversário, querido!

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Zé e Fake

Conforme prometido, fotos do Zé, acompanhado do Fake!

Fake é um gatinho que, desde o início, integrou-se aos demais gatinhos do pátio e, agora, ao Zé. Ele só não gosta de gente.  Deve ter os seus motivos... No início não podíamos sequer chegar perto que ele disparava. Agora até se deixa tocar (raramente).

E o Zé... o Zé é um vovô super fofo!


segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Resumindo 2013. FELIZ 2014!

Este é o Fake. É um belo adolescente que surgiu há poucos meses em nosso pátio e nunca mais saiu. Típico caso de auto-resgate. Origem do nome? A primeira vez que o vi no pátio pensei: A Ursinha fugiu do gatil! Eles tem a mesma pelagem melancia.

Nossa última postagem havia sido sobre a Maia. Na visita de retorno  do vet, uma semana depois de seu resgate, ele confirmou que, na verdade,  trata-se de um machinho; daí... Maia virou Maio (ou Máinho de Mãinha, como o chamo).
          
Maio é um gatinho especial, além de muito lindo. As patinhas traseiras tem problemas, o que se nota apenas quando caminha; correndo, brincando, pulando, é igual a qualquer gatinho. Maio também tem um dedo a menos em cada patinha dianteira; o rabinho é todo quebrado de alto a baixo (motivo pelo qual o vet acha que ele levou um chute, ou sofreu outro trauma semelhante. Outra diferença é que um de seus testículos ficou alojado na virilha, assim, sua castração será um pouquinho diferente. Estamos só esperando amenizar esta onda de calor para realizá-la.  

Só isto aconteceu de maio para cá? Não!!!  Dia 21 de dezembro recebemos o Zé. Quem é o Zé? Não é gatinho, não. É um cãozinho veterano de aproximadamente 16 anos, segundo a vet que o atendeu. Zé foi resgatado por uma protetora de Rio Grande. Havia sido dado um banho de creolina no pobre coitado para matar pulgas... Ele ficou quase um mês internado em uma clínica, onde, além de ser tratado das consequências do infeliz banho, foi constatada a existência de um tumor de próstata, do qual foi operado, graças à união e colaboração de um grupo de protetoras. Zé teve alta e não tinha para onde ir; além de idoso, com poucos dentes, ele é ceguinho. Tomamos conhecimento de sua história através do face. Ele está aqui conosco. Depois postaremos fotos.  

Para completar, ontem, 29 de dezembro, Tati e meu marido iam chegando quando, no parapeito da janela da vizinha estava uma gatinha tigradinha de cerca de dois meses e meio a três meses, miando desesperada e sem conseguir descer. Eles a desceram e colocaram pratinhos com leite e ração, nos quais ela se jogou. Estavam entrando em casa quando ouviram miadinhos; ela já estava nos degraus da entrada; é tão miúda que passou pela grade kkk  Adivinhem se não está aqui: é a Bia (nome dado pelo meu filho) e também postaremos fotos em breve. 

Que São Chico continue nos acompanhando, bem como a todos vocês em 2014!


domingo, 12 de maio de 2013

Meu presente do Dia das Mães: Maia



Maia

Maia


Este meu presente chegou de forma antecipada: quinta-feira pela manhã.

Estava no escritório quando meu marido ligou, dizendo que havia resgatado um gatinho, quando retornava da casa de sua mãe.

Ele vinha na altura do Canalete da cidade, quando viu dois cães rodeando uma caixa de papelão na calçada. Um deles já estava metendo a cabeça lá dentro. Foi verificar e encontrou dentro da caixa esta menininha fofa, de menos de três meses.

 O que podia fazer?  Colocou a caixa no colo e veio para casa.

Logo notamos que ela estava com a traseira molhada de xixi e tinha problema nas patinhas traseiras. Ligamos para o vet que veio examiná-la e disse que apresenta problemas neurológicos; acredita que levou um chute, ou outro tipo de traumatismo. Maia está com incontinência urinária e, até sexta-feira, apresentava sangue na urina.

As fotos acima foram tiradas na quinta-feira no horário do almoço, com Maia dentro da caixinha em que estava quando foi encontrada; na caixa havia um lençolzinho rosa e, por cima, um pedaço de cobertor termocel, também rosa. Um detalhe: tudo estava muito limpinho. Quem preocupou-se em arrumar a caixinha para ela? Será a mesma pessoa que a abandonou? Alguém encontrou-a depois e deu-lhe a caixinha? Já estava machucada quando foi abandonada? Acho que nunca saberemos...

Maia está em tratamento: antibiótico, Inflamene, um complexo de cálcio/vitaminas (Cal-D-mix) e já tomou a 1ª dose de vermífugo. O vet acredita que ela tem grandes chances de recuperação total ou quase total.

É incrível como sua recuperação está sendo rápida; no primeiro dia, ao caminhar chegava a perder a coordenação e cair por cima das coisas, inclusive suas vasilhas de água e comida. Já está bem mais firme e muito disposta e brincalhona, como qualquer filhote. Adorou a ração de filhote e é bem comilona e toma bastante água.

Ela adora colo e carinho e, felizmente, tudo aquilo por que passou não a deixou traumatizada em relação aos humanos.

E o nome?  Vocês viram um filme chamado "Resgate abaixo de zero"? Esse filme é de 2006, sobre uma matilha de cães de uma estação de pesquisas na Antártida e que ficou um inverno inteiro sozinha lá, até ser resgatada. Já o assisti por duas vezes na TV e me emocionou demais. A líder da matilha chamava-se Maia; seu resgate no final do filme é uma de suas cenas mais emocionantes.


Feliz Dia das Mães!

terça-feira, 7 de maio de 2013

Uma questão de proporção!

Olhem minha "pancinha"!
Adoro tomar sol aqui nos degraus.
Epa, desfoquei...
Eu era assim, quando vivia nas ruas.

A cabeça do Polaco diminuiu?

Quando conhecemos Polaco (ele é o gatinho resgatado da frente da escola/associação junto com a Escaminha, hoje chamada de Polly) ele era cabeçudo, como podem verificar na última foto.

Pelas fotos da última semana, acima, podem verificar duas coisas:

a) A barriga aumentou;
b) a cabeça diminuiu...

Tudo é uma questão de porporção!

Quanto às fotos aqui em casa, foram tiradas nos degraus da entrada. Até cerca de seis meses atrás não tínhamos grades ali, mas aquela entrada com degraus (única existente em nossa quadra) era muito atrativa para notívagos de várias espécies. Pela manhã era comum encontrarmos ali os mais variados presentes, desde restos de consumo de drogas, até camisinhas.  É, nossa entrada servia até como motel na madrugada...

Colocamos grades na frente da casa e nas janelas, com espaçamento bem estreito, por onde não podem passar gatos, e os gatinhos do Grupo I adoram tomar solzinho por lá. Depois postarei fotos deles nas janelas.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Olhão

Quando fiz nosso post de retorno, falei de nosso novo hóspede`preto: o Olhão.

Logo que Olhão apareceu, Tati chegou a dizer que parecia um Frankenstein (ou melhor, um "Frankenscat"): coberto de cicatrizes, principalmente na área da cabeça e um olho provavelmente perfurado, purgando.

Olhão é um gato grande, cabeçudo e,  às vezes, gosta de "tocar horror" nos outros. Em defesa dele, devo dizer que nunca ocasionou nenhum dano visível em qualquer dos Sarnowskis, nem no Celha, ou no Lelo.

Inicialmente aparecia apenas no horário das refeições, depois, como costuma acontecer por aqui, foi ficando...

Quanto a ele, as fotos deste post, tiradas na última semana, mostram que o pelo está bonito e cobriu praticamente todas as cicatrizes; o olho não tinha volta, mas a infecção se foi.

O mais surpreendente é que este gatão, cuja aparência inicial era de uma semi-fera, é o maior dengoso com os humanos: ronrona quando é acarinhado; adora receber e dar cabeçadinhas. É, quem vê cara, não vê coração.



Oi, sou o Olhão!

Ganhei este nome porque já havia um "Olhinho" por aqui.
Eu sou carinhoso, viu?
Eu gosto de me impor com a gurizada daqui.
A "mamãe" às vezes dá uns gritos comigo quando eu exagero, mas já consegui conquistar toda a família!

P.S.  Devido ao comentário da querida amigateira Cristina, gostaria de esclarecer que, quando escrevi "quem vê cara, não vê coração", não quis dizer que Olhão era feio, coisa que ele definitivamente não é, mas sim que ele de início parecia ter cara de "invocado", e logo demonstrou ser o maior "denguinho".

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Enquanto uns trabalham...


outros se divertem! Não é Vit???


P.S. Aquelas pernas finas e cabeludas na primeira foto não são minhas, viram? São do meu marido kkk

terça-feira, 23 de abril de 2013

Miscelânea: 7 meses em um post

O tempo passa rápido demais.

Tantas vezes pensei: vou fazer um post sobre isto, sobre aquilo... (Natal, 4 anos do blog em janeiro, etc.)

Agora vai!

 

Feliz Natal!!! (apesar do flash não haver funcionado direito, esta junto à árvore é a Polly)
Palito e seu traseiro natalino!
Não podia faltar nossoVit!
Vit e sua barriguinha charmosa
Polly, fazendo pose
Sou, ou não sou, um gatão lindo???

Leozinho e Fofinha, curtindo uma sombra no calor do verão.
Parece a mesma foto, mas não é (reparem na cabeça da Fofinha!)
Leozinho não mexia nem os olhinhos (repararam que eles estavam deitados em cima do Jack? Nada como um irmão fofo e comprido!)
Mamãe Tchutchuca!
Um estranho no ninho! Palito no meio dos Sarnowskis? E todo magrão?
Não! Este é o Lelo, novo visitante que, rapidamente, se tornou hóspede.
Descobrimos que Lelo era alimentado no telhado do vizinho em frente.
Um dia ele atravessou para o outro lado (e chegou aqui!)
Estas fotos também já são antigas, ele já está mais gordinho. Por falar em gordinho, no próximo post teremos fotos da barriga do Polaco (os amarelos estão se multiplicando e os pretos também; ainda tenho que apresentar o Olhão...)









sábado, 22 de setembro de 2012

Mischa...


Nossa Melzinha nos deixou ontem. Ainda é muito difícil tanto para a minha mãe quanto para mim falarmos no assunto, então já adianto que não farei justiça ao serzinho especial que ela era, e ao quanto ela nos tocou nos quase três anos em que esteve conosco.

Para quem não conhece a história vou relatá-la brevemente aqui. Foi em outubro de 2009 que achamos a Mischa na porta de casa. Ela estava muito mal - extremamente magra e com a boca muito inchada e sangrando, faltando vários dentes. A levamos a uma veterinária e, com muito esforço, e até ao contrário às nossas expectativas na época, ela conseguiu se recuperar. A Mel era uma gatinha muito carinhosa; ela adorava um colo e um chamego e era muito "da paz", como dizíamos - nunca brigou com nenhum dos outros gatos da casa. Adorava dormir conosco e nos fazer companhia. Mas mesmo depois que se recuperou naquela primeira vez, ela permaneceu bastante frágil. Nunca realmente engordou, embora tivéssemos tentado de tudo - foram vários os experimentos com todo tipo de alimentação e suplementos. Há coisa de uns 10 dias minha mãe notou que ela não estava se alimentando muito bem - só tomava o caldinho do Wiskas sachê, e não a víamos comendo da ração seca (que ela sempre comia lentamente e com dificuldade devido aos seus dentes - por isso sempre dávamos a ela sachês, patês, sopinhas, etc). Passamos a dar o Nutriful para suplementar sua alimentação além de sopas e outros alimentos. Mas ela pareceu ter pego uma gripe - começou a espirrar muito e saia uma secreção do narizinho dela. Acionamos o veterinário dela e entramos com um antibiótico - não demorou muito para os espirros e a secreção pararem, mas o apetite dela continuou a decair. Passamos a alimentá-la com Recovery e AD usando uma seringa, e passamos também a dar soro subcutâneo para hidratá-la. Mas ela nunca voltou a comer, de depois de pouquíssimos dias ela faleceu, na sexta-feira de manhã.

É inacreditável e muito doloroso para mim pensar que no sábado passado, a exatamente uma semana atrás, eu estava sentada nessa mesma mesa de computador e ela estava miando pedindo colo, com as patinhas dianteiras apoiadas na minha perna. Nos últimos dias dela ela parou de miar seu miadinho característico e "chato", mas que tanto gostávamos de ouvir. Ela deixa muitas saudades e nunca vamos esquecê-la. Te amamos, linda. Descansa em paz.



segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Eles estão aqui...

Polly
 
Polly (que adora arranhar sofás!)
Polly
Polaco (nosso Topo Gigio bochechudo)

Polaco, namorando a rua, pela porta da sacada.
Polaco, curtindo uma cama.
Polly e Polaco

Alguém se lembra de nosso post sobre animais comunitários e da ameaça sofrida pelo Polaco e pela Escaminha?

Muita água rolou: inicialmente dois funcionários da escola falaram com Tati, para saber o  porquê de não mais alimentar os gatinhos. Depois, disseram que falaram com a Direção e que não havia qualquer impedimento por parte dela para que permanecessem por lá. Tati voltou a alimentá-los, mas, depois, sumiram por aproximadamente uma semana, até que retornaram.

Pois bem, no dia 31 de julho (3ª feira), Tati foi abordada de manhã por um senhor, que disse ser o Presidente da Associação/escola, que informou que um vizinho do prédio ao lado disse que os gatinhos estavam incomodando e que iria envenená-los. Acrescentou que, se ninguém os pegasse iria "largá-los na ilha". 
Disse que já havia falado com a Prefeitura para recolhê-los, mas lhe informaram que não iriam fazê-lo e que ele poderia tomar as providências que entendesse melhores!

Tati pediu um tempo para resolver a situação. Resultado, 3ª feira mesmo, no horário de almoço, eu, Tati e meu marido pegamos um caixa de transporte e fomos recolher, inicialmente a Escaminha. Foi tudo muito fácil, entrou sem discutir na caixinha e meu marido levou-a para casa, enquanto eu e Tati fomos trabalhar. 

Pouco depois, ele telefonou para dizer que a porta da caixa (que já não estava muito boa) se abriu e ela fugiu. Felizmente ela voltou logo para o gramadinho. No final da tarde, após passar na pet shop e comprar outra caixa de transporte, Tati pegou novamente a Escaminha e levou-a para casa, mantendo-a em seu quarto.

Na quarta-feira ao meio dia foi a vez do Polaco: este custou mais a entrar na caixa, apesar de não tentar nos morder ou arranhar em nenhum momento. Nunca imaginamos que seria tão fácil resgatá-los!

Sexta-feira, dia 03 de agosto, Polaco já foi castrado e, após uma tentativa frustrada de adaptá-lo com o grupo da lavanderia, vimos que seria mais fácil mantê-lo com Escaminha no quarto da Tati e, aos poucos, juntá-los ao Grupo I.

Acho que não preciso dizer que não é fácil introduzir dois animais adultos em um grupo em que já existem outros cinco... Felizmente as coisas já estão melhorando e passam a maior parte do dia juntos, sem maiores problemas.

Escaminha, agora se chama Polly (de Poliana) e Polaco, é Polaco, mesmo.

Coisas que imaginamos:

- Após ficarem uma semana sumidos, Polaco voltou magro e com o pelo muito feio.
- Depois do que nos disse o "Sr. Presidente", achamos que houve uma primeira tentativa de descarte, que não foi bem sucedida porque o local não foi longe o suficiente, daí a ameaça de largá-los "na ilha".

Polaco, após tomar cápsulas de carvão vegetal e vermífugo, permanecia com um problema diarréico que o Vet julgou melhor combater com antibiótico, pois se mostrava com características de ser crônico. Ontem à noite já tomou a 5ª dose (serão dez). É o gatinho mais fácil de medicar que já tivemos!

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Amigo é coisa para se guardar do lado esquerdo do peito...

Vit e Palito
desde o início...


Na brincadeira...

No repouso...


Best friends forever!

terça-feira, 3 de julho de 2012

Sobre gatos e pessoas

O(a) Cinzinha em frente à "sua" casa.

Na calçada (no detalhe o pé da Tati)

Reparem no olhar "invocado" e tentem encontrar um gatinho atrás das grades.

Eis o intruso, motivo do descontentamento da Cinzinha.

Este sialatinha não foi mais visto depois desse dia. Deve ser de algum vizinho.

Este gatinho (ou gatinha) cinza das fotos acima foi outra "descoberta" da Tati em suas caminhadas para o trabalho.
Ele se abriga em uma casa, bem próxima da escola em cujo gramado ficam Polaco e Escaminha, que mostramos em um post anterior (aliás, tenho mais notícias deles, que postarei depois).
A casa da Cinzinha está desabitada, e tem a falta de um pedaço da porta; depois da porta tem a grade que aparece nas últimas fotos.
Tati reparou em um casal que leva água e comida para o gatinho e, depois de um tempo, um dia se falaram. Eles moram em apartamento e possuem dez gatos e disseram que acham que Cinzinha é um macho, mas que está castrado. Confesso que já espiei e não enxergo "nada", o que não costuma acontecer, mesmo em gatos castrados, mas...
O casal disse que, inclusive, havia resgatado há pouco tempo uma gatinha que ficava no gramado da escola do Polaco e Escaminha, que está na casa da mãe dela, mas que já conquistou sua sobrinha, que deverá ficar com ela.
Tati pediu detalhes e descobriu que era a Cinzinha nº 1, uma sialatinha azul que tinha um problema em um olhinho, era muito magra, mas tinha uma barriga suspeita, ou seja, parecia grávida, ou repleta de vermes.
Quando Cinzinha I apareceu, pensamos em resgatá-la mas como iríamos inseri-la em nossa já lotada casa?
Na ocasião estava tão angustiada com a situação, que escrevi um desabafo no face, dizendo que queria mais tempo, espaço e condições, pois coração não faltava.
Pedi muito a São Chico pela gatinha e decidimos observá-la e, se não melhorasse, resgatá-la. Levamos água boricada e limpamos seus olhinhos. É um doce de gatinha, permitindo que a tratássemos. Poucos dias depois sumiu...
Pois bem, São Chico atendeu nossas preces; o casal que resgatou Cinzinha está tratando seu olhinho que, possivelmente, não será totalmente recuperado. Quanto à "gravidez", na realidade era um tumor, que já foi operado.
Vocês fazem idéia de nossa alegria e alívio ao saber de tais notícias?