
Ontem li um post da Elaine do Um pouco de mim, que me deixou pensativa. Diante de todas as maldades cometidas pelos seres humanos contra os animais e mesmo contra crianças e bebês humanos que ocupam as manchetes, ela indaga se o número de pessoas más supera o das boas.
Quero crer que isso ainda não ocorre. Caso as atrocidades fossem maioria não seriam notícia e não chocariam a maior parte da população.
Falando especificamente dos animais, que são a razão de ser deste blog, destaco três tipos de pessoas:
- as que os maltratam;
- as que são omissas em relação a eles;
- as que os amam e procuram ajudá-los.
Cabe ressaltar que aqueles que os amam, nem sempre têm condições ou conhecimento suficientes para ajudá-los da melhor forma. Aqueles que não esterilizam seus animais e, mais cedo ou mais tarde, são responsáveis por animais abandonados, não são necessariamente pessoas más: pecam pela sua ignorancia ou, muitas vezes, falta de condições financeiras que lhes permitam pagar as castrações.
O ser humano é falho? Claro, todos nós somos, se não não seríamos "humanos". Arrogante é aquele que acha que não tem defeitos; reconhecê-los já é uma virtude.
Verdadeiramente mau é aquele que descarrega de forma covarde suas frustrações em cima de seres indefesos como animais e crianças e esses, quero crer, são a minoria, mas, infelizmente, em número suficiente para gerar um grande número de atrocidades.
E a omissão? É o comodismo; o virar o rosto para o outro lado; o fazer de conta que não está vendo... Claro que todos têm um limite em seu poder de ajudar, mas se todos os que se omitem fizessem um pouquinho...